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Jan 13, 2026

Como escalar valor de IA com governança, métricas e adoção

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A cena é comum em nove de cada dez salas de diretoria: um CEO entusiasmado aponta para um dashboard e pergunta como a Inteligência Artificial Generativa (GenAI) irá revolucionar a margem de lucro no próximo trimestre. Do outro lado da mesa, o CTO sorri, cita três ou quatro projetos-piloto em andamento e menciona o ganho de produtividade dos desenvolvedores com o uso de copilotos de código. Todos saem da sala com uma sensação de dever cumprido. O problema? Essa sensação é, na maioria das vezes, uma alucinação coletiva.

Estamos vivendo o auge do que chamamos de Teatro de IA. É a performance da inovação sem a entrega do valor. É o investimento em ferramentas glamourosas que, no fundo, servem apenas para mascarar a ausência de uma arquitetura de receita sólida e de um modelo operacional eficiente. Enquanto o mercado se perde em promessas, um dado recente do Boston Consulting Group (BCG) joga um balde de água fria nos otimistas de palco: cerca de 50% das funções de tecnologia sequer rastreiam formalmente o valor gerado por suas iniciativas de IA.

Se você não mede, você não gerencia. E se você não gerencia, a IA não é uma alavanca de crescimento; é apenas uma despesa recorrente de alto luxo.

A Armadilha do Hype e o Custo do "Piloto Automático"

O fascínio pela GenAI criou um fenômeno perigoso: o investimento por FOMO (Fear of Missing Out). Empresas estão despejando capital em licenças de LLMs e consultorias de implementação rápida acreditando que a tecnologia, por si só, corrigirá processos ineficientes. É o equivalente a colocar um motor de Ferrari em um carro com as rodas quadradas. O motor é potente, mas o deslocamento será pífio e o desgaste, catastrófico.

O problema, claramente, não é a tecnologia. É a dispersão. O Teatro de IA se alimenta de projetos isolados, os famosos "silos de inovação". O marketing testa um chatbot, o time de vendas experimenta um sumarizador de reuniões e o suporte técnico tenta automatizar tickets. No final do ano, a conta chega. Quando o CFO pergunta qual foi o impacto real no LTV (Lifetime Value) ou na redução do CAC (Customer Acquisition Cost), o silêncio é ensurdecedor.

A verdade nua e crua é que a maioria das empresas está operando no modo piloto. Elas adotam a IA como uma camada superficial, ignorando que a verdadeira transformação exige uma mudança profunda no Operating Model. Sem diretrizes claras de governança, sem métricas de sucesso ligadas ao core do negócio e, principalmente, sem uma adoção cultural baseada em método, a IA se torna um "brinquedo" caro nas mãos de talentos subutilizados.

O Desperdício Invisível: Por que sua IA está sangrando caixa?

Quando analisamos a função de tecnologia sob a ótica da eficiência, o cenário da GenAI revela uma ironia amarga. Teoricamente, os departamentos de TI deveriam ser os primeiros a colher os frutos da automação. No entanto, o que vemos é um aumento na complexidade técnica sem a contrapartida na velocidade de entrega para o negócio.

Por que isso acontece? Porque a maioria das lideranças está focada no "como" (a ferramenta) e não no "para quê" (o valor). Segundo o levantamento do BCG, líderes de tecnologia que estão realmente lucrando com a IA — o seleto grupo dos "vanguardistas" — não tratam a ferramenta como um fim. Eles a tratam como um componente de uma estratégia de RevOps e Revenue Architecture.

Eles entenderam que o valor não vem do código gerado pela IA, mas da capacidade de liberar o talento humano para tarefas que realmente movem o ponteiro da receita. Se o seu time de tecnologia usa IA para escrever código mais rápido, mas esse código é para uma funcionalidade que o mercado não quer ou que o seu CRM não consegue processar de forma integrada, você apenas acelerou a produção de desperdício.

A urgência aqui é real. O mercado não terá paciência infinita para o ROI negativo. Aqueles que continuarem investindo no Teatro de IA logo descobrirão que a plateia (os acionistas e o mercado) já começou a abandonar as poltronas. A correção de rota não é opcional; é uma questão de sobrevivência. E essa correção começa ao admitir uma premissa dolorosa: IA sem operating model é, por definição, uma despesa.

A NexOps observa esse cenário diariamente. Vemos organizações robustas tentando escalar o caos através da tecnologia. Nossa missão é interromper essa performance. Não se trata de ter a IA mais avançada do setor; trata-se de ter o método mais eficiente para extrair valor dela. Se a sua estratégia atual depende de sorte ou do entusiasmo individual de alguns colaboradores, você não tem uma estratégia. Você tem uma aposta. E a banca, no mundo corporativo, raramente perde.

A Anatomia do Fracasso: Por que a "Agitação" não gera Valor

O problema não é a falta de esforço. A maioria das empresas está em um estado de agitação febril. Elas estão "fazendo IA". No entanto, há uma diferença abismal entre atividades e resultados. No Teatro de IA, o sucesso é medido pelo número de usuários ativos em uma ferramenta ou pela quantidade de prompts gerados por dia. Para a NexOps, isso não passa de métricas de vaidade.

O verdadeiro "gargalo" que impede a GenAI de pagar as contas está na ausência de um Operating Model de tecnologia que seja, de fato, integrado ao negócio. Sem isso, você cai no que chamamos de "Dívida de Automação". Você automatiza processos que já eram ineficientes, tornando-os apenas ineficientemente mais rápidos.

Segundo o relatório do BCG, os líderes que estão capturando valor real (os 25% do topo) focam em três pilares que o resto do mercado ignora:

  1. Redesenho de Processos (e não apenas automação): Eles não perguntam "como a IA faz isso?", eles perguntam "por que ainda fazemos isso desta forma?".
  2. Métricas de Valor Hard (ROI claro): Onde a redução de custos de TI se encontra com a aceleração de receita?
  3. Governança de Dados: IA é o reflexo dos seus dados. Se o seu CRM é um "Frankenstein" de informações desconexas, sua IA será apenas um mentiroso eloquente.

A Saída da Inércia: O Modelo Operacional da Era da Inteligência

Para corrigir o rumo, é preciso parar de olhar para a IA como um projeto de TI e começar a olhá-la como uma engrenagem de Revenue Architecture. No modelo tradicional, a tecnologia serve ao negócio. No modelo de elite, a tecnologia é o negócio.

Para que a GenAI deixe de ser uma despesa e se torne um ativo, a liderança precisa implementar o que chamamos de "Ciclo de Valor de IA". Ele não começa na escolha da LLM, mas na definição da governança. Quem tem permissão para usar? Quais dados estão sendo alimentados? Como garantimos que o ganho de produtividade de um desenvolvedor não se perca em uma burocracia de deploy lenta?

A urgência aqui é tática. Enquanto sua empresa discute qual chatbot contratar, os "vanguardistas" estão redesenhando suas estruturas de custos. Eles estão reduzindo o tempo de ciclo de desenvolvimento em 30% a 50%, não apenas escrevendo código mais rápido, mas eliminando o retrabalho através de uma arquitetura de dados unificada — algo que plataformas como o HubSpot facilitam nativamente, ao contrário dos sistemas legados que exigem meses de integração "Frankenstein".

O Fator Humano: Adoção é a Única Métrica que Importa

Podemos ter os melhores algoritmos do mundo, mas se o seu time não souber como extrair valor deles — ou pior, se tiverem medo de serem substituídos — o projeto nascerá morto. O Teatro de IA muitas vezes falha porque ignora a psicologia da mudança.

Líderes de tecnologia eficazes gastam tanto tempo em gestão de mudança e treinamento quanto gastam em infraestrutura. Eles criam um ambiente onde a IA é vista como um "exosqueleto" que amplia as capacidades humanas, e não como um substituto. No entanto, essa ampliação só ocorre se houver método. Sem um processo claro de como a IA se integra ao fluxo de trabalho diário, o colaborador voltará para seus velhos hábitos assim que a empolgação inicial passar.

A mensagem é clara: o tempo dos experimentos por diversão acabou. Se a sua iniciativa de IA não tem um dono, uma métrica de valor e um modelo de governança, ela é apenas ruído. E no mercado atual, o ruído custa caro. A NexOps não ajuda empresas a "testarem" IA; nós ajudamos empresas a construírem máquinas de receita onde a IA é o combustível, não o motor de busca.


A Ponte para o Valor: Do Caos à Convergência

A transição do "Teatro de IA" para a "IA de Resultado" não acontece por osmose; ela exige uma ponte construída com engenharia de processos e uma visão clara de futuro. O estágio de "Before" (Antes) é marcado por equipes de tecnologia que operam como centros de custo, soterradas por tickets e projetos de automação que ninguém sabe medir. O "After" (Depois) é uma realidade onde a tecnologia é o pulmão da estratégia de receita, provendo dados em tempo real para decisões que impactam diretamente o EBITDA.

A grande barreira, a "Bridge", é a implementação de um modelo operacional que priorize a integração. Na NexOps, acreditamos que a resposta não está em adicionar mais camadas de software, mas em simplificar a fundação. Quando você utiliza uma plataforma unificada, a barreira entre o dado bruto e a ação automatizada desaparece. A GenAI deixa de ser um oráculo isolado para se tornar o sistema nervoso central da sua empresa.

O Checklist da Liderança Vanguardista

Se você quer saber se sua empresa está apenas performando ou realmente transformando, questione seu atual Operating Model sob quatro perspectivas fundamentais:

  1. A Perspectiva do Dado: Minha IA está bebendo de uma fonte limpa e centralizada (como um Smart CRM) ou está tentando adivinhar padrões em planilhas desconexas?
  2. A Perspectiva da Eficiência: O ganho de velocidade no código ou na criação de conteúdo está sendo revertido em novas frentes de receita ou está apenas criando mais tempo livre subutilizado?
  3. A Perspectiva da Governança: Temos diretrizes claras sobre o que a IA pode e não pode fazer, ou estamos operando no "Velho Oeste" digital?
  4. A Perspectiva do Valor: Se eu desligar todas as ferramentas de GenAI hoje, qual seria o impacto exato no meu funil de vendas em 30 dias? Se você não sabe a resposta, você está no teatro.

BRIEFING DE IMAGEMTipo: ApoioConceito Visual: Um executivo saindo de um palco de teatro escuro para um escritório moderno, aberto e iluminado por luz natural. No palco (atrás dele), há fumaça e espelhos. No escritório (à frente), há telas limpas mostrando KPIs de crescimento real e integração total.Estilo: Fotografia de alta fidelidade, foco nítido, transição de cores de tons frios/artificiais para tons quentes/naturais.

Conclusão: O Próximo Ato é o Seu

O artigo da BCG é um chamado à realidade: a IA está pagando dividendos, mas apenas para quem parou de brincar de inovar. A urgência não é sobre qual modelo de linguagem é o mais inteligente hoje — eles mudam a cada semana. A urgência é sobre o seu método.

Sem métrica de valor e operating model, IA não é transformação, é despesa. E no cenário competitivo atual, não há orçamento que suporte a ineficiência fantasiada de modernidade.

A NexOps existe para empresas que decidiram que o show acabou. É hora de fechar as cortinas do teatro e abrir as portas para uma operação de receita verdadeiramente inteligente, onde cada prompt, cada linha de código e cada automação servem a um único propósito: o crescimento sustentável e escalável do seu negócio.

Qual será sua próxima missão? Continuar aplaudindo o hype ou começar a medir o lucro?

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